Dica – Como comprar Final Cut Pro X, Motion, Compressor, Logic Pro e MainStage pagando menos

Editores profissionais da Apple com preço mais baixo
Editores profissionais da Apple com preço mais baixo

Essa dica vai para quem deseja trabalhar com Macs na área de edição de vídeos, de mixagem musical ou em shows. Existem dois programas gratuitos para quem faz edições de vídeo e música, são eles iMovie e GarageBand, ambos disponíveis para MacOS e iOS. Estes são fáceis de utilizar e permitem fazer trabalhos bem interessantes em seus próprios ambientes, mas são voltados para o público amador apenas.

Para os profissionais a Apple desenvolve e vende alguns ótimos programas que, estes sim, são capazes de produzir resultados de ótima qualidade. São eles Final Cut Pro X, Motion, Compressor, Logic Pro e MainStage. O problema destes é que tem preço condizente com o mercado, ou seja, custo alto. Para piorar ainda mais a situação na Mac App Store não é possível dividir o pagamento destes programas.

Diferente do que acontece na App Store, onde um aplicativo para iOS custa geralmente R$3,50, R$6,90, estes programas são bem caros. Estou falando de valores que ficam entre R$95 e R$999,90(!!). Fica difícil para qualquer um que esteja pensando em entrar nestes mercados começar já tendo gastos assim (além de adquirir um Mac).

Mas é ai que entra a dica que vou deixar aqui. Há uma maneira de comprar programas (pelo menos os que citei acima) pagando menos e até mesmo dividindo no cartão de crédito. Navegando pelo site da Apple encontrei algumas páginas escondidas (não faço idéia do porque) que permitem comprar pagando menos.

Só para ter uma idéia da redução no valores veja na tabela abaixo o comparativo dos preços na MacApp Store e comprando diretamente através do site:

Programa Mac App Store Site oficial

MainStage
1x de R$94,90 R$69,90 em até 12 vezes

Compressor
1x de R$169,90 R$119,00 em até 12 vezes

Motion
1x de R$169,90 R$119,00 em até 12 vezes

Logic Pro X
1x de R$649,90 R$449,00 em até 12 vezes

Final Cut Pro X
1x de R$999,90 R$679,00 em até 12 vezes
Total R$2084,50  R$1435,90 

Pacote completo para estudantes
Pacote completo para estudantes
1x de R$2084,50 R$629,90 em até 12 vezes

Dá uma diferença de R$648,60. Nada mal! Ainda mais se considerar que, como disse antes, diretamente no site é possível dividir o pagamento no cartão de crédito em até 12 vezes, ou ter um desconto de 10% pagando à vista.

É claro que quando encontrei estas páginas desconfiei que pudesse haver alguma coisa errada, que alguém digitou os valores errados, que foi falha do estagiário… Então entrei em contato com a central de vendas da Apple e também com o suporte de software. Estava em dúvida se seria mesmo possível fazer a compra com estes valores e se os programas ficariam disponíveis para baixar posteriormente na Mac App Store. 

Nos dois contatos (área de vendas e de software) os atendentes confirmaram que sim, eu poderia tanto dividir os valores mais baixos no cartão e que tais programas ficariam vinculados ao meu Apple ID para baixar novamente e/ou fazer atualizações. Resolvi tentar e deu certo mesmo. Comprei o Final Cut Pro X, Motion e Compressor através destes links e eles ficaram disponíveis na Mac App Store para mim.

Então se você estava pensando em adquirir algum destes programas aqui está uma maneira de gastar um pouco menos. Não sei até quando estas páginas ficarão no ar, então corre lá e confere logo. Os links estão na tabela acima. Não me responsabilizo por preços cobrados em suas compras, portanto antes de clicar em fechar, entre em contato com o suporte oficial (0800-761-0867).

Fique atento: Depois de adquirir algum programa através destes links, aguarde a Apple enviar a chave para baixar pela Mac App Store, isso pode levar até três dias. Se tentar baixar antes você será cobrado novamente e pelos preços cheios.

Atualização: Você é estudante? Então dá para pagar ainda mais barato. Neste link a Apple disponibilizou um pacote com TODOS os programas listados acima por apenas R$629,00 mantendo a opção de dividir em cartão de crédito ou pagar com 10% de desconto à vista.

TripPlanner – Aplicativo/programa para organizar viagens

TripPlanner - Aplicativo/programa para organizar viagens
TripPlanner – Aplicativo/programa para organizar viagens

E lá vamos nós novamente pegar a estrada para fazer “maraturismo” (viajar para participar de alguma corrida). Desta vez voltarei ao Rio de Janeiro e agora para tentar a minha primeira maratona. Como de costume, o geek aqui continua sempre procurando e testando aplicativos para tentar deixar a vida mais fácil.

Resolvi agora testar outro aplicativo para gerenciar informações de viagem. Já brinquei com diversos, mas sempre sinto falta de algum recurso. Quando encontro um bom não faz tudo que quero e acabo tendo que utilizar mais de um (ô saudade do finado WorldMate).

Recentemente encontrei uma opção interessante chamada TripPlanner. Ele é formado por uma dupla sendo um aplicativo para iPhone/iPad e um programa para Mac. É bem simples e serve basicamente para gerenciar dados de itinerários, transportes (passagens aéreas, aluguéis de carros, bilhetes de trem…), acomodações e bagagem (roupas, itens de higiene e outros objetos). Tirando a última opção as demais contam também com contagem de despesas.

Os itens da “Packing List” (bagagem) podem ser reaproveitados para diversas viagens diferentes. Contei que você pode cadastrar informações para viagens diferentes e ter até as anteriores guardadas em seu histórico?

No geral o TripPlanner é bem simples e não conta com automações, buscas ou notificações. Neste quesito deixa a desejar para soluções mais modernas, mas a vantagem é que não depende de assinatura, não precisa de internet (importante para viagens internacionais), não fica toda hora tentando te empurrar algum recurso pago e tem a vantagem de poder fazer todo o gerenciamento prévio no Mac (bem mais fácil do que no smartphone). Não precisa sequer criar uma conta para utilizá-lo já que o sincronismo é via iCloud.

Download na iTunes App Store Download na MacAppStore

Como transferir fotos e vídeos para o rolo da câmera dos iPhones e iPads

Como exportar fotos e vídeos para o iPhone e iPad
Como exportar fotos e vídeos para o iPhone e iPad

Recentemente passei por uma situação um tanto inusitada para mim. Precisava transferir alguns vídeos que gravei com uma câmera para dentro do iPhone. A idéia era utilizar alguns aplicativos para fazer edições nestes vídeos. O problema é que como sabem a transferência neste sentido (computador para iTreco) não é muito do feitio da Apple.

Mais um detalhe, no meu caso as soluções via Wi-Fi (Portal, InstaShare, Pushbullet…) não são opções viáveis pois várias das redes que utilizo (normalmente as de trabalho) não permitem este tipo de transferência. O AirDrop seria uma possibilidade se meu Macbook Air permitisse fazer essa conexão com o iPhone.

A solução que consegui é um tanto “caseira”, mas resolveu. O primeiro passo foi instalar no iPhone um aplicativo com capacidade de exportação para dentro do rolo da câmera do iPhone. Para isso escolhi o Documents da Readdle. Gratuito e conta com diversos outros recursos interessantes, mas que não são o foco agora.

A primeira etapa, no computador:

  1. Conecte seu iPhone ou iPad em seu computador.
  2. Inicie o iTunes e espere que este detecte o seu dispositivo.
  3. Uma vez detectado, clique no botão iPhone (ou iPad) no canto superior da janela do iTunes.
  4. Clique em “Aplicativos” e role a tela até que apareça a seção “Compartilhamento de Arquivos”.
  5. Na lista, selecione o aplicativo “Documents“.
  6. Neste ponto basta arrastar e soltar os vídeos ou as fotos do seu computador para o painel ao lado direito.
  7. Suas fotos e vídeos selecionados serão transferidos para o armazenamento local do aplicativo Documents.

Segunda etapa, no iPhone/iPad

  1. Abra o aplicativo Documents no seu dispositivo iOS e vá até o local onde seus arquivos estão aguardando. No meu caso ficaram em uma pasta chamada “Arquivos do iTunes”.
  2. Abra esta pasta e selecione a imagem.
  3. Toque nos três pontos e depois em “Salvar no Rolo da Câmera”.
  4. Pronto, agora você já pode utilizar estas fotos e vídeos no aplicativo que quiser.

Há como fazer um procedimento direto do computador para o aplicativo Documents sem utilizar o iTunes, mas ai volta a ter de utilizar Wi-Fi. É mais simples, mas também mais lento e dependerá de permissões da rede utilizada permitir isso.

Fica a dica.

Atualização: Alguns passos foram modificados em uma das últimas atualizações do Documents e ficou ainda mais simples.

Download na iTunes App Store

WD My Cloud – Sua própria nuvem pessoal

WD My Cloud - Nuvem pessoal
WD My Cloud – Nuvem pessoal

Hoje falar em nuvem de dados é algo bastante comum. Nomes como Dropbox, Google Drive, iCloud, OneDrive são mais que conhecidos. Mas e nuvem própria? Sim, é possível ter uma armazenada ai na sua casa, escritório ou onde mais achar conveniente. Tenho testado há algum tempo o WD My Cloud, um NAS (Network Access Storage) básico voltado para uso doméstico.

Há alguns modelos semelhantes da marca que vão de 2 a 4 TB os quais bastam estar conectados ao roteador para permitir acesso remoto ao seu conteúdo. O que tenho em mãos é o de menor capacidade (2TB) mas todos podem ser ampliados bastando conectar outro HD externo em sua porta USB (3.0).

Gostei do fato deste ter um visual bem limpo e discreto, sendo basicamente branco com uma pequena parte cinza. A única luz frontal (azul) é bem sutil e pode ainda ser desligada caso queira. Lembrando que esta indica o status do NAS. A conexão com o roteador é feita exclusivamente através de cabo e pode ser tanto a 100 Mb/s ou 1 Gb/s, dependendo do seu roteador. No meu caso conectei a um Apple Airport Express sem a menor dificuldade.

Falando nisso, outro dia me perguntaram se a instalação e configuração é complicada. Não, é bem simples e não requer muitos conhecimentos técnicos. Após conectá-lo ao roteador é só acessar o endereço “http://wdmycloud” e seguir as instruções. Basicamente é só escolher o idioma, login e senha para o primeiro acesso. Depois, se for o caso é possível criar outros usuários, cada um com seu acesso diferenciado. Há outra maneira de fazer esta instalação através de programa próprio da WD (disponível para OSX e Windows). Seguindo pela instalação sem aplicativo, após a criação do usuário você será redirecionado para uma tela de administração com diversas configurações e informações. É aqui também que se pode atualizar o firmware do sistema.

WD My Cloud - Tela inicial
WD My Cloud – Tela inicial

Sobre o sistema, não espere muita coisa avançada. Nada de instalar cliente de Torrent, servidor web, download automatizado, sincronia com outras redes… O WD My Cloud tem o intuito de funcionar como armazenamento de dados e backup (funciona muito bem com o Time Machine dos Macs). Se você tiver algum dispositivo com DNLA (como uma smartTV) é possível acessar seus arquivos de mídia e até mesmo a biblioteca do iTunes. Claro que isso também funciona através da internet, afinal é para isso que serve um NAS.

Falei que dá para conectar um HD externo ao WD My Cloud certo? Não preciso dizer que o mesmo serve para pendrives. Tanto um quanto o outro podem ser utilizados não apenas para ampliar a capacidade de armazenamento, mas também para criar pontos de segurança, os “Safepoints”. Assim é possível recuperar seus dados se houver alguma falha grave no NAS. Gostei disso apesar de esperar nunca precisar restaurar arquivos desta forma, mas é bom saber que há esta opção.

Se o programa para desktop é útil, os aplicativos móveis não ficam atrás. Não testei as versões para Windows Phone ou Android, apenas a do iOS, e esta digo que funciona muito bem. Neste aplicativo há possibilidade de acessar não só o NAS mas também outras redes como Dropbox, Google Drive e OneDrive (senti falta do iCloud). Com isso optei por desinstalar o outro aplicativo que utilizava antes para centralizar tudo isso no My Cloud.

WD My Cloud - Aplicativo iOS
WD My Cloud – Aplicativo iOS

A velocidade de acesso aos arquivos, independente da maneira que fizer, é boa. Apenas as primeiras transferências demoraram consideravelmente porque armazenei tudo que tinha espalhado em outros HDs, pendrives e CDs/DVDs (sim, ainda tinha alguns, agora acabou). Um detalhe legal do WD My Cloud é que há também a possibilidade de criar pastas públicas para compartilhar arquivos com quem quiser. Tome cuidado com o que vai compartilhar e evite fazer pirataria. 😉

Minha opinião sobre o WD My Cloud: Gostei bastante do equipamento e está me atendendo muito bem. Os backups via Time Machine estão funcionando sem problemas e sequer percebo quando estes acontecem. O recurso de ser avisado via e-mail quando algo errado acontece (reinício de sistema por exemplo) é bastante útil. Acesso móvel através de smartphone também é uma mão na roda.

O futuro dos notebooks é perder as portas de conexão?

O futuro dos notebook é perder as portas de conexão? Precisamos mesmo de tantas portas?
O futuro dos notebook é perder as portas de conexão? Precisamos mesmo de tantas portas?

Tenho visto por ai uma série de comentários atacando e/ou elogiando o último lançamento da Apple na linha de notebooks, o Macbook. Alguns reviews dizem que é o notebook do futuro, outros reclamam (como sempre) da falta disso ou daquilo. Não vou entrar neste mérito, muito menos em questão de preços (sim é muito caro) até porque o foco aqui é outro. A questão que quero falar é sobre a perda de portas de conexão.

Antigamente os notebooks vinham com uma série de portas de nomes complicados, muitas delas a maioria das pessoas sequer sabia para que servia. Algumas eram muito específicas para determinados grupos de usuários, outras até que tinham usos bem comuns. Lembro de ver alguns computadores com portas paralelas, portas COM, Firewire, Thunderbolt, rede, USB, VGA, HDMI, saída/entrada de áudio, entradas para telefone, rede, cartão PCMCIA, cartões de tipos diversos (CF, SM, MMC, SD, MemoryStick, xD…), além dos também aposentados drivers de disquete, CD/DVD. Isso tudo sem contar a entrada de energia. Se procurar irão encontrar outras diversas que já existiram, mas já deu para entender né?

Antes que digam alguma coisa, não, não estou defendendo a Apple que cortou quase todas as portas neste novo computador. Estou apenas compartilhando uma opinião. Depois de ler vários reviews e comentários parei para observar o uso que utilizo conectado ao meu computador, um Macbook Air 2011.

Este tem uma entrada para cartões à qual utilizei apenas uma vez para testar se funcionava, isso foi quando comprei o computador. Há uma porta Thunderbolt que já foi utilizada diversas vezes para conectar outro monitor, mas há tempos caiu no esquecimento. Já as portas USBs só uso no trabalho para transferência de arquivos (via pendrive) por questões de bloqueio da rede (corporativa) para transferência via conexão sem fios, e ainda assim quando preciso é de apenas uma.

As únicas entradas que realmente faço uso constantemente são a de fone de ouvidos (que poderia deixar de usar com um fone Bluetooth) e a MagSafe (para carregar bateria). Sendo assim, neste ponto (falta de portas), o novo Macbook não me parece ser algo tão absurdo quanto vejo as pessoas criticarem, pelo menos para o meu uso. Ok, o USB tipo C não conta ainda com qualquer tipo de acessório ou periférico, mas isso tende a mudar com o tempo. Antes ninguém usava pendrive, era tudo com disquete e CD. Quem utiliza isso hoje?

Nós gostamos muito de criticar o que é novo mesmo antes de testar. Que tal pensarmos um pouco no que realmente usamos/precisamos?