A importância de baterias extras para videomakers

A importância de baterias extras para videomakers
A importância de baterias extras para videomakers

O desempenho de energia dos smartphones tem melhorado, mas ainda assim está sempre aquém do que gostaríamos. Se para uso “comum” as baterias não duram muito, imaginem então nas mãos de um videomaker que faz um uso um pouco mais intenso produzindo vídeos mais pesados. Trabalhar com filmagens, ou mesmo edição de vídeos, faz com que a bateria acabe logo. Se estiver filmando em 1080p ou 4K, com 60fps, microfone externo ligado… ai é que a energia será drenada ainda mais rápido.

As baterias externas, também conhecidas como Power Banks, ajudam muito neste sentido já que possibilitam continuar trabalhando mesmo longe de tomadas. Dependendo de onde for o set de filmagem estas últimas sequer existem por perto. Então NUNCA saia para gravar vídeos sem levar uma boa fonte de energia contigo, você não quer perder uma produção porque ficou sem bateria.

Há diversas boas opções de baterias no mercado, mas nem todas são bons investimentos quando se pensa em filmagem. Vou aqui deixar como sugestão quais os critérios levo em consideração na hora de escolher um Power Bank.

Meus critérios

Uma das principais questões a avaliar quando adquiro uma é a sua capacidade (mAh). É ela que vai dizer quantas vezes seu equipamento será carregado. O problema é que nunca é possível utilizar toda a energia armazenada. Sempre há perda na transferência de energia entre a bateria e o equipamento conectado. Sendo assim, para resolver isso, quanto maior for a capacidade do Power Bank melhor. Se a idéia é manter sua câmera ou smartphone sempre à postos para filmar invista em muita capacidade. 

Então uma grande capacidade é importante, mas como aqui estou focando no trabalho de filmagem e edição existem outros detalhes a considerar.

Um exemplo de detalhe a se pensar é a facilidade de transporte. Um Power Bank sozinho pode não ser uma grande preocupação mas somado a todo o resto do equipamento de filmagem pode ser um peso extra bem incômodo. A maioria dos modelos tem um tamanho bom, mas já vi uma  de 50.000mAh que pesa um quilo e meio. Normalmente quanto maior for a bateria, mais capacidade tem e vice-versa. Tamanho e peso vão influenciar também em transporte e armazenagem. Não compre uma muito grande se não for realmente necessário.

Também considere o tempo de transferência e o tempo de carga. O primeiro é o tempo em que tal bateria levará para transferir energia ao(s) seu(s) equipamento e o segundo o tempo que ela leva para ser abastecida de energia. Consulte as informações no manual do Power Bank. Alguns modelos contam também com um sistema de carregamento inteligente. Isso faz com que identifiquem a amperagem do equipamento conectado e otimize o processo de transferência de energia.

Você não quer passar por isso
Você não quer passar por isso

Considere também quantos equipamentos precisará carregar durante suas filmagens. Pode ser que mais de um necessite ao mesmo tempo de energia. Sendo assim, quanto mais portas de saída o Power Bank tiver melhor. Mas quais são as melhores portas de saída? USB-A, USB-C, micro-USB, Lightning, Qi (indução)…? Existem várias opções diferentes no mercado mas não são todas que irão lhe atender bem. Não escolha uma bateria baseando-se apenas no modelo de saída de energia, mas também na entrada do que será carregado. Porque comprar, por exemplo, uma com USB-C se seus dispositivos não trabalham com esta porta? 

Também não adianta procurar a tão falada “carga rápida” se seus equipamentos não são compatíveis com isso. Procure uma que transfira na maior velocidade que seu dispositivo permita receber. O importante é não ficar sem bateria durante uma produção de vídeo. Sendo assim, considerando este contexto, não recomendo se preocupar com baterias que transfiram energia por indução (padrão Qi), elas são lentas. Ao invés de investir mais dinheiro neste recurso, invista em mais capacidade de energia.

Um dos itens mais importantes a ser levado em consideração na hora de escolher qual modelo comprar, mas que vejo muita gente “se esquecer” disso, é a qualidade. Fuja daqueles Power Banks baratinhos vendidos no semáforo, em portas de mercados, feiras ou no camelô da esquina. Eles só servem para gastar dinheiro e ainda oferecem risco de explosão. Várias destas baterias sequer passaram por algum teste de qualidade. Basta fazer uma procura por “Power Bank explodindo” no Youtube e você fará uma idéia do perigo que elas oferecem.

De mãos dadas à qualidade é claro que vem a segurança. Não adquira uma Power Bank que não forneçam proteção contra cargas e descargas excessivas, contra curtos-circuitos ou temperaturas elevadas.

E por fim, escolha bem o carregador que irá utilizar para abastecer a energia da bateria. Normalmente os Power Banks não vem com carregadores, então vale a pena investir também nisso. Basicamente lembre-se das dicas anteriores sobre qualidade e segurança. O mesmo vale também para os cabos que irá conectar seus equipamentos, na dúvida, use sempre originais.

Qual bateria comprar?

Já utilizei vários modelos diferentes e seguindo as sugestões acima nunca tive problemas em carregar meus dispositivos. As minhas antigas baterias, modelo TurboCharger, uma com 5.000mAh e outra com 7.000mAh, com anos de uso, ainda atendem muito bem no dia a dia. Mas conforme o trabalho de produção de vídeos vai aumentando a necessidade de mais capacidade também vai ficando cada vez maior. Filmar em 1080p ou 4K, as vezes com 60fps, suga a energia do smartphone. 

Hoje, uma bateria que está me atendendo de maneira excelente é o Power Bank 2C da Xiaomi com 20.000mAh (mais que as minhas duas antigas juntas). Ela se enquadra em todos os critérios acima, me dá muita autonomia longe de uma tomada e é bem discreta, mesmo sendo branca. Suporta carga e descarga rápidas, vem com controlador de carga USB integrado, permite carga de baixa corrente (para dispositivos pequenos) e outros detalhes aqui e ali.

Power Bank 2C 20.000mAh - Xiaomi
Power Bank 2C 20.000mAh – Xiaomi

Mas e ai? Qual Power Bank adquirir? Qual é o melhor? A resposta correta vai depender de sua necessidade, de quanto pretende investir e de quais critérios irá escolher para uma boa escolha. Mas se fosse para escolher apenas uma regra, eu me preocuparia com a segurança, afinal não quero uma bateria explodindo ou pegando fogo durante as produções.

Aplicativos para Apple Watch que mais me interessam

Aplicativos para Apple Watch que me interessam
Aplicativos para Apple Watch que me interessam

Não se fala em outra coisa ultimamente nos sites de tecnologia que não seja o Apple Watch. Também, com a espantosa pré-venda que em um dia já superou TODA a venda de AndroidWear durante 2014 como poderia ser diferente. Claro que também estou de olho grande neste novo gadget e já selecionando quais os aplicativos pretendo utilizar.

Então resolvi compartilhar aqui alguns dos que mais me agradam por hora. Claro que existem outros que me interessam e muito mais a surgir, então a lista abaixo pode crescer bastante, mas por enquanto estes são os que mais me atraem.

Aplicativos nativos. Não são muitos os que me interessam nesta parte, mas estes já me atenderiam bem:

– Atividades e Exercícios (para monitoramento de atividades físicas), Música, Podcasts, Calendário, Controle remoto da câmera, Remote (controlar Apple TV), Alarme e Passbook.

Nike+ no Apple Watch
Nike+ no Apple Watch

Aplicativos de terceiros. Aqui sim tem alguns que me fazem querer mesmo o Apple Watch:

– Nike+ – Para monitorar minhas corridas. Hoje utilizo um Nike Sport Watch durante os treinos e provas e uma Nike fuel band para o resto do dia. Ter tudo junto já me faria economizar a recarga de bateria de pelo menos um aparelho.
2Do – Para gerenciamento de atividades e pequenos projetos.
Hours – Para controle de tempo em atividades de trabalho.
Flat Tomato ou Pomio – Gerenciamento de tempo com técnica de Pomodoro (uso muito para estudo).
– iDtudiez Pro – Aplicativo para estudantes (ótimo para acompanhar as aulas, notas e trabalhos de meus filhos).
Here Maps – Meu navegador GPS favorito.
Aplicativos da Runtastic (Six Pack, Push Ups, Pull Ups, Squats e Sit Ups) – Para exercícios diversos.
– 1Password – Gerenciamento de senhas.
– Geocaching – “Game” de geolocalização.

Como assistir vídeos do iPhone no Mac

Como tocar vídeo do iPhone no Mac
Como tocar vídeo do iPhone no Mac

 

Outro dia me encontrei em um momento curioso. Estava assistindo uns vídeos de cursos no iPhone mas queria poder fazer isso em uma tela maior. Em casa poderia simplesmente fazer um AirPlay para o AppleTV e pronto, mas estava no trabalho onde não tenho este recurso. O único outro aparelho por perto era o MacBookAir e fiquei imaginando se poderia fazer alguma coisa neste sentido.

Normalmente o caminho que vejo por ai é o inverso, passar vídeos do computador para os smartphones ou tablets. Veja bem, não queria transferir o arquivo, apenas reproduzí-lo na tela maior do computador.

Foi ai que lembrei que é possível utilizar um recurso um tanto escondido do QuickTime. Nele é possível capturar a tela dos iTrecos bastando conecta-los via cabo. Como queria apenas tocar o vídeo, não precisava gravar nada, apenas conectar.

O procedimento é bem simples:

1 – Conecte o iTreco ao Mac através de cabo.
2 – Abra o QuickTime, clique em Arquivo / Nova Gravação de Filme.
3 – Na tela que abrir, escolha o iTreco como as origens de Câmera e Microfone clicando na seta ao lado do botão de gravação (vermelho).
4 – Dê o play no vídeo através do iTreco e pronto, o vídeo será reproduzido no Mac.

Escolha o iTreco como as origens de Câmera e Microfone

Lembre-se de que não precisa clicar em gravar, a idéia aqui é apenas reproduzir o vídeo no computador. Uma outra dica é colocar em tela cheia para melhorar ainda mais o conforto para assistir ao vídeo.

Duet Display – Aplicativo transforma iGadets em segundo monitor para Mac


Duet Display - Transforma iGadget em tela extra para Mac

Se tem uma coisa que eu poderia apontar como principal motivo para ter deixado a plataforma Windows e migrado para o OSX (Mac) foi a produtividade. A facilidade como os aparelhos e aplicativos se integram é ímpar. Mas uma coisa sempre senti falta mesmo neste ambiente (em questão de usabilidade/produtividade) é a possibilidade de usar um aparelho como extensão de tela para outro.

Já testei diversos aplicativos que prometiam fazer isso (o Air Display por exemplo, entre outros) mas até outro dia não havia encontrado nada que pudesse chamar de satisfatório. Sempre havia algum porém que atrapalhava. Ou precisa estar ligado à mesma rede Wi-Fi ou tinha uma demora gritante para a resposta do mouse/comandos. Isso quando não era tudo ao mesmo tempo.

Mas outro dia encontrei um novo aplicativo que está funcionando quase que de forma perfeita (sim tem alguns detalhes para melhorar). De longe é o que mais se aproxima do que eu queria.

O Duet Display funciona via cabo (aquele que você só usa para carregar as baterias do iPhone ou iPad já que não precisa mais conectar para sincronizar no iTunes) tornando a velocidade muito superior à dos aplicativos que utilizam Wi-Fi para isso. É quase instantâneo e quase não se percebe lentidão alguma.

A instalação é bem fácil e não requer muitas configurações, dá para utilizar sem ter de mexer em nada. Caso queira mudar a resolução da “segunda tela” é possível fazer isso escolhendo as opções Regular, Retina ou High. A primeira é a padrão, a segunda aumenta um pouco a densidade dos pixels e a terceira deixou tudo muito pequeno (não gostei).

Por falar em instalação, é preciso baixar um aplicativo para iOSMac ($7,99) e depois a versão correspondente para Mac (este é de graça). O primeiro é compatível com qualquer aparelho que tenha pelo menos a versão 7.0 do iOS, o segundo para com Macs que com OSX 10.9 ou mais recentes.

Testando aqui não percebi problemas no aplicativo, mas já ouvi relatos de travamentos. Funcionou bem com o Macbook Air 2011 ligado a um iPhone 6 e também com iPad 3, mas apenas com um de cada vez. Seria bem interessante poder ligar mais de um iPad ao mesmo tempo ao Mac. Tudo bem que isso não é uma situação comum, mas que ficaria bem legal ficaria.

Pensando bem, este recurso até que já poderia ser nativo nos aparelhos da Apple. Seria um tremendo diferencial da empresa.

Hours para Mac – Gerenciamento de tempo integrado com o iOS

Hours para Mac

Outro dia comentei aqui sobre o Hours, o aplicativo para gerenciamento de tempo que utilizo no trabalho. Ele é bem prático e completo contando com praticamente todos os recursos que preciso. Mas uma funcionalidade que gostaria neste é a possibilidade de utilizá-lo também no Mac. No iOS atende muito bem, mas no caso de uma falta de bateria no iPad ou iPhone posso ficar sem a devida marcação dos tempos.

Felizmente os desenvolvedores do Hours parecem também ter pensado nisso e anunciaram que em breve uma versão para Mac será disponibilizada. Não divulgaram detalhes ainda, mas pela imagem é possível perceber que virá com sincronização na nuvem para a versão do iOS, ou seja, logo teremos também uma atualização na versão já existente.