Captura e edição – Meu vídeo da Wings for Life World Run

Exemplo de captura e edição de vídeo móvel
Exemplo de captura e edição de vídeo móvel

Já comentei aqui no site várias vezes sobre dicas de filmagens e fotografia, já falei sobre a câmera Garmin Virb Elite e também sobre aplicativos de edição em dispositivos móveis. Praticamente faço tudo isso com aparelhos que levo no bolso.

Ok, gosto de escrever sobre isso aqui no site mas nunca mostrei o resultado que podemos alcançar com toda essa mobilidade. Por isso desta vez resolvi abrir um pouco do meu lado pessoal e mostrar um vídeo que fiz essa semana.

Este foi gravado durante a última corrida Wings for Life World Run à qual participei aqui em Brasília. Utilizei apenas a Garmin Virb Elite para filmar e o monopod da VXCase como suporte. A edição foi inteiramente feita em um iPhone 6 com os aplicativos GoPro Quik (antigo Replay) e Flow.

Review Lifeproof Frē para iPhone 6

Review Lifeproof Frē para iPhone 6
Review Lifeproof Frē para iPhone 6

Se tem uma coisa que me atrai bastante são os acessórios. Mas não acessórios comuns que não trazem qualquer tipo de benefício. Gosto muito daqueles que expandem a utilidade dos nossos gadgets. O último que testei foi o case Frē da Lifeproof para iPhone 6. Este permite utilizar o smartphone em situações nas quais normalmente não o levaríamos.

O Frē é um case especial resistente à água, quedas, poeira e neve mas que permite, ainda assim, o acesso a todas as principais funcionalidades do aparelho. Dentre elas tela, botões de controle, câmera, saída/entrada de áudio, porta de carregamento de bateria e até mesmo o TouchID no caso do iPhone.

À primeira vez que se olha para o case a impressão é de que não será tão resistente, mas acreditem, o produto é muito bom. Fiz alguns testes antes de colocar à prova e me pareceu que iria atender bem. Foram testes básicos de imersão em água como recomendado pelo fabricante. Primeiro sem o iPhone e depois com ele. Só depois é que me atrevi a levar para um “teste de campo”. Confiram no vídeo abaixo:

Além do uso que fiz durante um final de semana na praia e no Beach Park, pretendo utilizar também em meus treinos de corrida e nas provas. Assim evitará qualquer problema com água e quedas. No dia a dia normal acho que o case incomoda um pouco por deixar o iPhone um pouco grande, então não pretendo utilizá-lo assim.

Um ponto fraco no uso do case é que ele diminui bastante a precisão do toque na tela quando está molhado, embaixo d’água então não é possível, por exemplo começar uma filmagem. Para isso terá de dar o comando antes de submergir o aparelho. Há também um probleminha quando está caindo muita água sobre o aparelho. O iPhone se perde um pouco e por várias vezes entende que as gotas são toques na tela, assim não estranhe se vez ou outra ele mudar o que está fazendo. Mas ai é algo que não vejo muito como corrigir.

Sobre o preço, o case não é dos mais baratos, chega a ser mais caro do que alguns smartphones (preço normal é na faixa dos R$450), mas se você quer poder utilizar o aparelho em situações às quais nunca o levaria, vale o investimento. Levando em consideração o preço de um iPhone aqui no Brasil é sempre bom garantir mais proteção.

Aqui cabe um adendo referente ao atendimento da Lifeproof que merece ser publicado. O meu case não foi comprado no Brasil, um amigo que o trouxe para mim. Nos primeiros testes ele apresentou defeito e entrou água. Neste momento pensei: “Dinheiro jogado fora”. Foi então que entrei em contato com o fabricante Link para site oficial do fabricante. Lá existe uma opção para acionar a garantia. Bastou preencher um formulário com algumas informações e enviar uma foto do produto. Sem perguntas ou burocracia enviaram um e-mail de desculpas pelo ocorrido e em menos de uma semana já estava em minha casa um novo case com todas as despesas de envio internacional e impostos pagos por eles. Se fosse alguma outra empresa aqui no Brasil já sabem como seria o atendimento…

Por isso e pela qualidade do case, deixo aqui meus parabéns à equipe da Lifeproof. Isso foi uma ótima demonstração de respeito e pronto atendimento aos seus clientes. É assim que todas as empresas deveriam trabalhar.

O Anti-Smartphone do John

John's Phone - O anti-smartphone
John's Phone - O anti-smartphone

Parece piada o que vocês verão aqui neste post, eu mesmo não acreditei muito quando vi. Inventaram um celular “anti-smartphone”. É um aparelho tão simples que nem visor (como os que temos hoje) vem. Ele conta apenas com teclas numéricas, botão de ligar e desligar telefonemas, trava e volume. Nada de Web, câmera, sensores, GPS, e-mail…

Sua agenda telefônica e jogos estão (acreditem) e recados (SMS) em um bloquinho de papel que fica guardado na parte de traseira do aparelho. Sua stylus é uma caneta esferográfica! No topo fica um pequenino display que lembra muito os que vinham nos antigos pages.

Este deve ser um aparelho interessante para pessoas avessas á tecnologia ou pessoas de mais idade que não conseguem se acostumar com os aparelhos mais modernos.

Confiram no vídeo abaixo um unboxing do John’s Phone.

Agenda de contatos do John's Phone
Agenda de contatos do John's Phone

Fonte: Gizmodo Brazil e Gizmodo US.

A mistura de aprendizado e dispositivos móveis para conseguir a educação para todos

Mobile MathsJá que comentei sobre o projeto Playing For Change hoje, vou aproveitar para comentar sobre outro projeto interessante que tomei conhecimento recentemente. Ele também tem fim social, mas desta vez tem a ver com tecnologia. A Nokia está com um projeto na África no qual mistura tecnologia de dispositivos móveis (celulares) com educação. Confiram no release oficial que recebi da Nokia Internacional (tradução por minha conta).

Este projeto sim poderia entrar na nova campanha da Nokia: Não importa a tecnologia, e sim o que você faz com ela (It’s Not Technology, It’s What You Do With It).

“ÁFRICA DO SUL – Você pode imaginar uma pessoa 16 anos de idade que descreve a aprendizagem de matemática como algo “divino”, “fantástico” ou “fascinante”? Ou crianças realizando trabalhos extras na escola em seu tempo livre sem que seus professores tenham lhes pedido isso? Estes são apenas alguns dos efeitos do projeto Mobile Learning for Mathematics da Nokia. Projeto este em uma parceria público-privada na África do Sul.

A UNESCO e a Nokia firmaram um acordo em 20 de outubro de 2010, para utilizar tecnologias móveis a fim de promover a Educação para todos. Inicialmente, a Nokia irá contribuir com algo entre cinco e dez milhões de euros.

A Nokia acredita na educação para todos e no uso de tecnologia móvel para fornecer soluções modernas de aprendizagem para todos. Celulares – agora quase onipresentes entre os alunos do ensino secundário – proporcionam novas e excitantes oportunidades para apoiar e desenvolver a aprendizagem e ensino. O projeto Mobile Learning for Mathematics na África do Sul é um grande exemplo dos benefícios da tecnologia móvel pode trazer para a educação.

Celulares e redes sociais – usando suas próprias ferramentas
O serviço concentra-se na aprendizagem ativa, oferecendo pacotes de estudo interativo para os telefones móveis dos alunos e também tirando partido das redes sociais. O conteúdo estará incorporado ao currículo local, mas oferece diferentes tipos de experiências de aprendizagem através da teoria, exercícios, aulas e suporte ponto-a-ponto, bem como as competições, testes e auto-avaliação. O resultado está motivado os alunos a conversarem com amigos e também a fazerem exercídios de matemática em seus celulares, mesmo fora da escola à noite, nos finais de semana e feriados.

A Nokia está colaborando com o governo local, operadoras de telefonia móvel, um provedor de conteúdo e uma popular rede social chamada MXit. Também trouxe este serviço gratuito para os alunos através das duas principais operadoras da África do Sul, a MTN e a CellC. Desta forma tudo está disponível para os telefones, não apenas da Nokia. Com uma interface fácil para os alunos e professores, que permite aos alunos a compreender e desenvolver suas habilidades em qualquer momento. Os professores, por outro lado, podem facilmente enviar testes a seus alunos, alimentar um banco de dados praticamente infinito de exercícios e ver os níveis de competência dos alunos bem como a progressão de cada um.

Melhoria da motivação e resultados
Os resultados são muito animadores: 280 alunos em seis escolas participaram da primeira fase, em outubro de 2008 a junho de 2009. Este número aumentou, no ano passado, para 4.000 alunos e 72 professores em 30 escolas de três províncias. Havia mais de 180.000 visitas ao serviço, nos primeiros quatro meses. Surpreendentemente, cerca de 80% de todo o uso ocorreram fora do horário escolar.

Então não é de admirar que agora exista um grande interesse no serviço em outros lugares e aspirações para expandir o conceito para outros países e além de matemática.”